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Carl Jung – O Poder do Inconsciente

Qualquer pessoa interessada em psicologia já ouviu falar de Carl Jung – tamanha é a influência de seus ensinamentos e visões. A psicologia moderna dificilmente existiria sem Carl Jung. Mas você já ouviu falar sobre seus ensinamentos sobre a mente inconsciente? Seu conceito de inconsciente coletivo e seu poder?

14 de setembro de 2021·Luis Miguel Gallardo·3 min de leitura

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Qualquer pessoa interessada em psicologia já ouviu falar de Carl Jung – tamanha é a influência de seus ensinamentos e visões. A psicologia moderna dificilmente existiria sem Carl Jung.

Mas você já ouviu falar sobre seus ensinamentos sobre a mente inconsciente? Seu conceito de inconsciente coletivo e seu poder?

Se você ainda não ouviu, está no lugar certo. Queríamos falar sobre isso e sobre como esse conceito pode ser importante para todos os futuros líderes que desejam mudar o mundo para melhor e trazer felicidade para todos.

O Poder da Mente Inconsciente

Carl Jung desenvolveu o conceito do inconsciente coletivo, e a ideia básica por trás dele é a visão de Jung de que todos nós temos um segmento de nossa mente inconsciente profunda que herdamos geneticamente. Nossas experiências pessoais não moldam essa parte – ela permanece a mesma.

A teoria sugere que esta parte mais profunda de nossa inconsciência é uma parte intrínseca de nossa raça e é responsável por vários conceitos que compartilhamos como seres humanos: crenças fundamentais, instintos como espiritualidade, comportamento sexual, instintos de vida e morte e muito mais. Como ele disse uma vez: “Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, acorda”.

Você pode imaginar que existem variações desses conceitos de pessoa para pessoa, mas eles ainda estão lá em nossa inconsciência e você dificilmente encontrará uma pessoa que não tenha esses instintos e crenças fundamentais.

Este conceito é o cerne da psicanálise de Jung, e é um dos pontos em que ele e Freud discordam – Freud acreditava que o inconsciente deriva de experiências pessoais, não de experiências coletivas inerentes à nossa espécie.

A teoria de Jung ganha mais fundamento, pois nos mostra que estamos todos conectados, de certa forma, por meio desses conceitos coletivos.

É impossível para nós saber o que eles são e se alguma das teorias é genuína, pois não podemos acessar o inconsciente diretamente. No entanto, acredita-se amplamente que a maioria de nós pode adquirir conhecimento dessas partes mais profundas de nossa psique em alguns grandes momentos de crise pessoal, o que muitos indivíduos podem atestar.

Os Arquétipos

É importante mencionar também os arquétipos, pois eles demonstram o poder do inconsciente coletivo. Jung acreditava que esses arquétipos estão lá, desconhecidos para nossa mente consciente, mas ainda desempenham um papel ativo em quem somos. Eles não são estáticos, nem fixos – muitas vezes se sobrepõem e estão sempre presentes.

Alguns desses arquétipos são o nascimento, a morte, o poder, a anima, a criança, o herói e, o mais importante – a mãe. O arquétipo da mãe é um dos mais fortes e não é necessariamente a mãe literal, mas também pode ser uma forma simbólica da mãe.

Você pode ler sobre isso em seu famoso livro Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo.

É essencial conhecê-los, pois eles nos mostram que alguns conceitos centrais da humanidade, como felicidade e amor, são todos parte natural de nós. É por isso que precisamos nos esforçar para alcançá-los e trabalhar na criação de um mundo mais feliz. Junte-se a nós no World Happiness Fest em março, onde muitos especialistas discutirão nosso futuro e como criar um mundo mais feliz para todos.

E nunca se esqueça de que somos todos iguais e parte de algo maior, como o próprio Jung disse uma vez: “Em todo caos há um cosmos, em toda desordem uma ordem secreta”.

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