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Semana 15 de 36

Coaching de Coaches

Competência ICF de ancoragem: Maintains Presence — Marcadores 6.1, 6.5 em profundidade MCC · Listens Actively — Marcadores 5.5, 5.6 em profundidade MCC · Demonstrates Ethical Practice — Marcador 1.1 em profundidade MCC

90 min

Esta semana

O mestre coach pode fazer o coaching de outros coaches. Este é um trabalho de supervisão, não de treinamento técnico. O coach-de-coaches vê o que o coach atuante não consegue ver sobre o seu próprio trabalho e oferece o reflexo preciso que permite ao coach crescer. Esta é a forma mais exigente de coaching porque o cliente conhece a área. Eles reconhecerão uma pergunta construída, uma falha na escuta, um momento de perda de presença. O supervisor deve operar em uma profundidade de maestria maior do que a do supervisionado.

Prática contemplativa da semana

A Testemunha do Coach-de-Coaches

Vinte minutos diários. Sente-se. Estabeleça a testemunha. Então, traga à mente um coach que você conheceu bem — talvez um colega, talvez alguém que você observou trabalhar. Veja-os em sua plenitude como coach: sua habilidade genuína, seus padrões característicos, suas áreas de crescimento, sua linhagem. Mantenha a visão sem julgamento. A prática treina a capacidade de ver outro coach com a visão plena do mestre, que é o que a supervisão exige. A mesma prática pode ser aplicada a si mesmo antes de uma sessão — vendo o próprio trabalho de coaching com a visão plena do mestre, sem sentimentalismo, sem dureza, com a concessão ainda presente.

Objetivos de aprendizagem

  • Articular as dinâmicas específicas do coaching de coaches (supervisão).
  • Praticar a presença particular do supervisor — nem performando maestria, nem a escondendo.
  • Reconhecer as esquivas típicas dos coaches ao receber supervisão e desenvolver respostas de mestre.
  • Identificar as considerações éticas específicas para relações de supervisão.
  • Conduzir uma sessão de supervisão com outro coach (colega, não supervisor oficial).

Arquitetura da sessão

  • Hora 1 — A dinâmica do coaching de coaches. O Instrutor Líder ensina o que é específico da supervisão — a habilidade existente do cliente na área, a responsabilidade do supervisor com a linhagem, a diferença entre coaching do trabalho e coaching do próprio coach.
  • Hora 2 — A presença do supervisor. Um ensinamento sobre a qualidade particular de presença necessária. O supervisor deve estar em profundidade de mestre ou o supervisionado reconhecerá a lacuna. Marcadores específicos da presença-do-supervisor.
  • Hora 3 — Prática de supervisão. Os alunos se agrupam em duplas. Um traz uma peça real de trabalho sobre a qual tem incerteza — uma sessão recente que não funcionou, um cliente que está travado, um padrão pessoal que interfere. O outro supervisiona por 25 minutos. Troca. Feedback detalhado do corpo docente sobre cada dupla.
  • Hora 4 — Ética da supervisão. Um ensinamento sobre o contrato de supervisão — limites, confidencialidade (especialmente dos clientes do supervisionado), supervisão avaliativa versus formativa, quando a supervisão é apropriada e quando é território de encaminhamento.

Leituras

  • The Transpersonal Leader — capítulos sobre coaching de coaches e a transmissão da linhagem
  • Peter Hawkins & Robin Shohet — Supervision in the Helping Professions (capítulos selecionados)
  • Edna Murdoch & Jackie Arnold — Full Spectrum Supervision (capítulos selecionados)
  • Leitura selecionada sobre a tradição mestre-discípulo através da prática contemplativa

Linhagens em ação

Coaching (âncora) — supervisão em profundidade MCC · Contemplativa — a relação mestre-discípulo · Transpessoal — o coach como veículo de transmissão para a linhagem · Hipnoterapia — protocolos de linhagem de supervisão IIH

Marco

Dinâmicas de supervisão articuladas. Uma sessão de supervisão entre pares conduzida com autoavaliação detalhada. Prática da Testemunha do Coach-de-Coaches integrada. Protocolo de ética da supervisão revisado. Feedback do corpo docente sobre a prática de supervisão registrado.

Pergunta de reflexão

Qual é a minha experiência real de ser supervisionado? O que a melhor supervisão que recebi fez por mim? O que a pior fez? Quando imagino supervisionar outro coach, qual é a minha hesitação? Qual é a minha prontidão? O que a linhagem exige de mim como um coach-de-coaches?